I Exposição de Artes Plásticas
Primeira iniciativa artística promovida pela Fundação Gulbenkian, um ano logo após a sua constituição oficial. Traçou o panorama das artes plásticas em Portugal e sublinhou a diversidade do meio artístico português
Este catálogo digital reúne toda a memória expositiva da Gulbenkian no campo das artes. De 1957 a 2024, conta com 1.486 exposições, cerca de 42.000 materiais associados e 23.000 entidades envolvidas.
O projeto está em permanente atualização
Primeira iniciativa artística promovida pela Fundação Gulbenkian, um ano logo após a sua constituição oficial. Traçou o panorama das artes plásticas em Portugal e sublinhou a diversidade do meio artístico português
Cobrindo um arco temporal de cerca de 100 anos, documentou a arte portuguesa a partir da aurora do modernismo em Portugal, integrando também obras do naturalismo novecentista
Organizada com o apoio do Conselho da Europa, juntou em Lisboa obras de oito museus europeus e ocupou diversos espaços do Edifício Sede e do CAM
Primeira exposição antológica da obra da artista, desde o período de estudante na Slade School of Fine Art até à sua produção de meados dos anos 80
O melhor da Coleção Calouste Gulbenkian foi mostrado no The Metropolitan Museum of Art, durante o encerramento temporário do Museu em Lisboa
A par da publicação do catálogo raisonnée da obra de Amadeo de Souza-Cardoso, renovou plenamente a inclusão do artista na história da arte mundial contemporânea
Comemorou o centenário da República Portuguesa, confrontando dois inícios de século, XX e XXI, numa exploração dos múltiplos sentidos da res publica
Exposição dedicada à casa de Calouste Sarkis Gulbenkian (1869-1955) em Paris, que foi sede da Delegação Francesa da Fundação entre 1965 e 2011
Antológica do artista no centenário do seu nascimento, com itinerância por Bragança e Angra do Heroísmo e lançamento do catálogo digital raisonné, projeto pioneiro em Portugal
Para a inauguração do novo edifício do CAM, Leonor Antunes apresentou o seu primeiro projeto individual em diálogo com obras de cerca de três dezenas de artistas mulheres da Coleção do CAM
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Presidente vitalício da Gulbenkian entre 1955 e 1993, esteve ligado à sua constituição desde o primeiro momento. Foi mentor e defensor da criação do Centro de Arte Moderna
Dirigiu o Museu Calouste Gulbenkian entre 1969 e 1998. Especializou-se em artes decorativas francesas, mobiliário, ourivesaria e objetos de René Lalique
Em 1956, inicia a sua colaboração com a Gulbenkian, assumindo a direção do Serviço de Exposições e Museografia em 1970. Foi o primeiro diretor do CAM, tendo estado na génese da Coleção Moderna
Foi diretor-adjunto do CAM entre 1990 e 1994, e diretor entre 1994 e 2009. Nessa qualidade, assinou também a curadoria de várias exposições
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